Bolachas de sementes


Sei que posts como este não têm perdão mas o Natal assim nos permite (ok, desculpas :) hoje, para compensar trago uma sugestão mais saudável, para equilibrar os posts deste mês.

São umas bolachas que retirei deste livro e que podem ser consumidas entre as refeições em todas as fases do livro, com ou sem dip. Eu pessoalmente, adoro o contraste do salgado com o aveludado do iogurte, por isso, raramente as como sem molhar no iogurte. Adocei-o com uma geleia muito boa que gentilmente me foi enviada pela Amor á terra, uma quinta situada no coração da serra mais bonita deste país - a serra da Arrábida, da minha margem sul. Fiquei rendida com os produtos desta pequena empresa e maravilhada com o nome que cada produto tem. Têm uma tisana que se chama Galapos, que é nada mais nada menos a praia que frequento desde criança, uma pequena praia na costa da bonita serra. Quem conhece esta praia sabe bem do que falo, é uma praia muito difícil de estacionar no mês de Agosto, por ser tão pequena mas se conseguirem, fiquem até anoitecer que é muito bonito.



Se quiserem conhecer mais produtos desta marca, passem por aqui, aposto que vão adorar.

Ingredientes:
1/2 chávena de sementes de sésamo
1/2 chávena de sementes de papoila
1/2 chávena de sementes de linhaça (castanhas ou douradas)
1/2 chávena de sementes de abóbora
1/2 chávena de sementes de girassol
2 colheres de sopa de sementes de chia
1 colher de sopa cheia de farinha de linhaça (eu triturei as minhas sementes)
1 colher de sopa de azeite
1 copo de água
1/2 colher de sopa de caril (ver aqui a minha receita)

Dip:
1 iogurte natural

Na véspera, coloque numa taça com água (1 copo) as sementes de chia e de linhaça. Ambas vão aumentar de volume e criar um tipo de goma. Deixe descansar de um dia para o outro, pelo menos durante 12 horas.


Pré-aqueça o forno a 180º. Numa tigela, junte todos os ingredientes secos. Em seguida, junte as sementes de linhaça e de chia que, entretanto, estão em forma de goma. Adicione depois o azeite e misture tudo muito bem até obter uma massa homogénea. Se quiser, misture o caril ou outra maneira de as salgar*.

Num tabuleiro forrado com papel vegetal, espalhe toda a mistura até obter uma camada fina. Leve ao forno a 140ºC, para as sementes desidratarem por completo e se obter uma massa crocante. Deixe ficar no forno cerca de 1h30m. Observe com frequência, para não deixar queimar os crackers.


Depois de pronto, deixe arrefecer por completo no forno. Parta aos pedaços e guarde num recipiente seco e fechado.

*Para mais versões salgadas, pode substituir o caril por: queijo ralado magro, alho, cebola, sal e pimenta branca, cominhos, piripíri, manjericão, alecrim ou tomilho, tomate seco.
Se preferir antes uma versão doce: erva-doce, canela, gengibre, cardamomo, raspa de laranja ou limão.



Bolo de noz e cacau

Hoje trago-vos umas imagens um pouco diferentes do habitual, aliadas a uma receita de um bolo com cheiro a Natal. 

As imagens foram de um fim-de-semana que passei na bonita cidade de Coimbra a convite do Hotel Tryp Coimbra. Gostei tanto do que vi, que era impossível não partilhar com todos vocês. Foram dois dias muito agradáveis, onde participei num workshop de maquilhagem, outro de sushi e um jantar de degustação fantástico, tudo isto sem sair do hotel e muitíssimo bem organizado. À noite levaram-nos aos fados ao centro da cidade (o meu marido delirou), o ambiente foi fantástico e gostei bastante de perceber a diferença que existe entre o fado de Coimbra e o Lisboeta que tanto estou habituada a ouvir. A minha sogra nasceu em Coimbra e sempre me disse que as pessoas da sua terra sabem receber muito bem quem por lá passa e eu confirmo. 

No dia seguinte, fomos visitar a Universidade de Coimbra que tem uma biblioteca de cortar a respiração, com morcegos que aparecem durante a noite e tudo, espectacular! Fiquei fascinada com as coisas tão bonitas que temos neste país e que muitos de nós desconhecemos.

Queria agradecer mais uma vez ao Tryp Coimbra por este fim-de-semana fantástico e também a todas as bloggers que partilharam esta experiência comigo, é tão bom rever pessoas de quem gostamos e passar um fim-de-semana a rir do inicio ao fim.






Tinha esta receita há mais de 3 anos apontada num caderno, já a fiz várias vezes e gosto sempre de adicionar umas especiarias à receita original. Mesmo sem saber a fonte, dou os meus parabéns a quem a criou que é muito boa e é óptima para esta altura do ano, deixa a cozinha com um perfume fantástico e que me faz lembrar que o Natal está bem próximo.

Ingredientes: (4 pessoas)
3 ovos
125grs de açúcar mascavado
2 colheres de sopa de margarina liquida 
125ml de leite meio gordo
250 grs de farinha integral
1 colher de sopa de fermento
2 colheres de sopa de cacau em pó
3 colheres de sopa de nozes 

Especiarias: (opcional)
1/2 colher de chá de gengibre em pó
1/2 colher de chá de canela
1/2 colher de açafrão
2 sementes de cardamomo esmagadas (verde ou preto)
1 pitada de sal

Na batedeira coloque a manteiga com o açúcar, bata até ficar um creme branco e brilhante, adicione os ovos um a um, sem deixar de bater, até ficar um creme bem leve e adicione o leite ao preparado.


Peneire a farinha, o fermento e a pitada do sal, parta as nozes grosseiramente ou como preferir, eu como gosto de encontrar pedacinhos dentro do bolo deixei alguns pedaços grandes. De seguida, junte a farinha à batedeira e bata um pouco mais. Desligue e junte o cacau e as especiarias, as nozes e os flocos que ficaram na rede enquanto peneirava a farinha e mexa ligeiramente só para se unirem os ingredientes por toda a massa.



Leve ao forno a 180º durante 45 minutos ou até o teste do palito dar positivo. Este bolo fica um bolo pequeno, caso queira maior basta duplicar os ingredientes. Eu por graça fiz o bolo numa forma de pudim antiga que a minha mãe me deu, ficou com um aspecto super amoroso por ser pequenino.




Até para a semana que o tempo passa a correr!

Marshmallows de baunilha


Deixo aqui um aviso sincero para as pessoas que estão em dieta, ou simplesmente não consomem açúcar refinado, talvez o ideal será passarem pelo blog para a semana e ignorarem por completo a existência deste post. Mas se tal como eu, forem um pouco pecadoras e gostarem destes pequenos momentos doces nas vossas vidas... Então fiquem e deliciem-se com esta receita.

Confesso que o marshmallow não é a minha goma preferida, no entanto, sempre soube que eram muito fáceis de confeccionar em casa. Requerem alguma paciência e atenção, isso é verdade, mas depois de estarem feitos são uma pequena maravilha.

Já alguns anos que andava para os fazer, no meu feedly tinha dezenas de receitas de outros blogs guardadas. Mas faltava-me o corn syrup/xarope de milho - sabia da existência deste xarope nas lojas de produtos Americanos, mas nunca me tinha cruzado com ele. Até que um dia, na conta do Instagram da autora deste blog, li na descrição de um dos seus pequenos almoços que o estava a usar. Naquela mesma semana fui a correr comprar no El Corte Inglês (sim, havia à venda mesmo aqui ao lado). O tempo foi passando e a receita tem sendo adiada, até que no mais recente livro As Receitas que nos fazem Felizes do Jamie Oliver encontrei esta receita e decidi arriscar. Ele no livro usa outro xarope mas depois da pesquisa que fiz, cheguei à conclusão que o de milho é o melhor.

Estes foram os primeiros marshmallows que fiz, ainda estão meios toscos porque assim os cortei, mas já estou com mil ideias para as ofertas de Natal, acho que utilizando um cortante ainda ficam mais bonitos.

Aqui fica a minha sugestão para as vossas prendas deste Natal, este é provavelmente o mês do ano que mais passa a correr.


Ingredientes
50g de Maizena
50g de açúcar em pó
50g de xarope de milho (vende-se no El corte Inglês)
450g de açúcar granulado
10 folhas de gelatina (ou 2 pacotes de gelatina neutra em pó)
2 claras de ovo, grandes
2 vagens de baunilha
1 1/2 colher de sopa de corante alimentar natural

Conselho do Jamie: Nesta receita a precisão é importante, por isso, leia atentamente a receita antes de começar, pese todos os ingredientes e tenha todos os utensílios à mão. Vai trabalhar com açúcar quente e com xarope, pelo que é melhor manter as crianças afastadas da cozinha até os marshmallows estarem a arrefecer, prontos a comer.



Peneire a maizena e o açúcar e pó para uma tigela. Forre o tabuleiro com papel alumínio, deixando duas alças, uns cm para fora (das duas partes, como na imagem) para ser mais fácil desenformar os marshmallows. Polvilhe o tabuleiro fundo de ir ao forno (20x30cm) com metade desta mistura e reserve a outra metade, no coador, para usar mais tarde.

Coloque num tacho, em lume brando, o xarope de milho liquido e o açúcar granulado e adicione 250 ml de água fria. Deixe aquecer lentamente, mexendo até o açúcar estar dissolvido e obter um xarope transparente. Entretanto, ponha as folhas de gelatina de molho num tacho pequeno com 125 ml de água.

Quando o xarope de açúcar estiver transparente, aumente a temperatura, introduza um termómetro de açúcar e deixe o xarope ferver vigorosamente (sem mexer). Quando atingir os 110ºc, coloque o tacho com a gelatina em lume médio e mexa até dissolver. Bata as claras em castelo até obter picos firmes. Quando o xarope de açúcar atingir os 122ºc, adicione-o às claras em castelo, vertendo-o gradualmente, rente à borda da taça da batedeira, sem parar de bater. Em seguida, adicione ao preparado e bata durante 6 a 8 minutos, ou até ter aumentado significativamente de volume e engrossado, mas podendo ainda escorrer da taça. Este é um marshmallow de baunilha, branco, mas pode adicionar qualquer outro sabor a gosto nesta altura. Adicione o corante que preferir, bata durante mais 2 ou 3 minutos para obter um sabor e uma cor uniforme. Verta o preparado no tabuleiro previamente tratado, alise com uma espátula, polvilhe com a mistura de maizena e açúcar em pó que tinha reservado e deixe arrefecer durante 2 ou 3 horas, ou até ficar firme e macio.

Corte os marshmallows com ou sem cortante (se usar uma faca para cotar - passe a lamina da faca pelo açúcar+maizena antes de cortar e se for com cortante, faça o mesmo).


Por fim, depois de cortados, passe cada um dos marshmallows pelo açúcar+maizena - retire o excesso do açúcar com umas pancadinhas e estão prontos para serem maravilhosamente consumidos, com ou sem chocolate quente, torradinhos em espetada ou assim simples.


Guarde-os num saco fechado e esconda de quem anda a fazer dietas, ou não! Porque estamos a entrar na época de pecar um pouco.




Minestrone de outono

Hoje trago uma pequena viajem até à Toscana na Itália, acompanhar esta viajem mostro mais uma das bonitas panelas da Le Creuset. Quando olhei para esta panela pela primeira vez pensei logo que tinha de fazer uma receita com muito sabor, genuína e com uma bonita cor. Foi então, que me lembrei de uma sopa Italiana - a minestrone, que é conhecida por todos nós e que provavelmente até já a provaram. Como o meu marido diz, isto é nada mais nada menos, do que uma sopa da pedra mas sem a pedra.

Quando pensei em fazer uma minestrone, andei pelos meus livros de culinária e encontrei imensas receitas. Acabei por me focar neste livro do Jamie e neste livro encontrei uma pequena introdução que achei bastante importante partilhar neste post.

Depois de três tentativas, esta foi a melhor minestone que eu já fiz, aperfeiçoei mais ao gosto cá de casa e acreditem que ficou fantástica.


Deixo aqui as regras que o Jamie fala no seu livro, espero que ajude.

Regra número 1 - o caldo
A minestrone pode ser feita com água ou com caldo de legumes, mas as mais impressionantes que eu comi eram feitas com caldo muito leve que se obtém ao fazer bollito misto (um misto de carnes cozidas). Sugiro que ou use um caldo de galinha leve ou faça o que eu, por vezes, faço - cozo um pernil de porco com um bocado de toucinho fumado, um pouco de vinho, pimenta em grão e louro e deixo em lume brando durante várias horas. Depois, uso este caldo para fazer a minha minestrone. (O pernil sabe lindamente servido com feijão, ou desfiado em crostini). Cozer um pernil fumado assim pode parecer muito britânico, mas é muito frequente fazê-lo na Toscana. Por isso, apesar de o caldo de galinha funcionar lindamente, lembrei-me de lhe contar este segredo, para o ajudar a deslumbrar as pessoas.

Regra número 2 - o soffritto
Isto quer dizer saltear, lentamente, os legumes (coisas como cebola, aipo, alho e, nesta sopa, cenouras e funcho) para obter uma base com um sabor incrível. É um primeiro passo muito importante quando se está a fazer uma sopa porque ajuda a unir e a intensificar todos os sabores. Verá que o soffritto é usado na base de risotto em caldos e molhos por toda a Itália.

Regra número 3 - a sazonalidade dos ingredientes
Pode até acertar nas duas primeiras regras, mas, se a for servir a um italiano e os ingredientes não forem os da época nem estiverem disponíveis no mercado local, torná-lo-ão por um idiota! Ou seja, se for Inverno e estiver a usar espargos e ervilhas, está errado. Se for o início do Verão na Grã-Bretanha e estiver a usar repolho (quando devia estar a usar espargos e ervilhas), também não é lá muito esperto. É importante acertar nos legumes da época. Quando fiz esta receita, estava na Toscana no início do Outono, por isso estávamos a mudar de estação e de época de legumes.



Ingredientes: 8 pessoas
200g de feijão cannellini ou borlotti  (eu usei feijão seco e feijoca, demolhado 24 horas)
1 folha de louro
1 tomate, esmagado
1 batata pequena, descascada
sal, pimenta e mostarda acabada de moer
azeite q.b.
4 fatias de bacon fumado, cortado em pedaços
2 cebolas vermelhas, pequenas, finamente picadas
1 cenouras, descascadas e cortadas em pedaços
2 talos de aipo, cortados em pedaços pequenos
1/2 cabeça de funcho, picado
3 dentes de alho, descascados e finamente picados
1 pé de manjerição, separar as folhas dos talos
2 latas de tomate em calda de boa qualidade (usei só uma)
1 copo de vinho tinto (usei 1/2 de vinho do Porto)
2 courgetes pequenas, partidas em pedaços pequenos
200g de couve lombarda, espinafres em folha
500g de caldo (galinha, presunto ou legumes)
55g de massa seca (usei várias que tinha cá em casa)
1 colher de sopa de açúcar mascavado (opcional)
microvegetais de rabanetes Life in a bag q.b.

Ponha os feijões de molho 1 dia antes de pensar fazer a receita. 

Caso use feijões de lata (ignore o paragrafo abaixo)

Coloque os feijões num tacho com água com a folha de louro, o tomate esmagado e a batata - isto vai dar sabor aos feijões e amolecer as cascas. Coza até estarem moles (prove para ver).  Têm de ficar moles. Os feijões secos podem demorar até uma hora, mas vá verificando a partir dos 25 minutos. Escorra (e reserve cerca de meio copo da água da cozedura) e deite fora o louro, o tomate e a batata. Tempere com sal, pimenta e um fio de azeite.


Enquanto os feijões estão a cozer: faça o soffrito. Aqueça uma boa quantidade de azeite na panela, junte o bacon, as cebolas, as cenouras, o aipo, o funcho, o alho, e os talos de manjericão finamente picados. Deixe refogar, lentamente, em lume brando, com a tampa semidestapada, durante 15 a 20 minutos, até estar mole mas sem queimar. Junte os tomates (lata), as curgettes e o vinho do porto e deixe refogar, suavemente, mais 15 minutos.

Agora, junte a couve lombarda, o caldo e os feijões. Junte a massa (use a que tiver, até pode ser esparguete partido em pedaços pequenos). Mexa e continue a cozer, lentamente, até a massa estar cozida. Minutos antes de desligar junte as folhas de espinafres.


Se lhe parecer que a sopa está demasiado grossa, junte mais um bocadinho de caldo ou da água da cozedura dos feijões para a diluir um bocado. Prove e tempere com sal e pimenta - caso sinta que a sopa está demasiada acida, junte o açúcar.

Sirva polvilhada com as folhas picadas de manjericão e um pouco de azeite extra virgem. Ponha o parmesão para todos se servirem.

Pargo no forno com batatinhas e abóbora

Cá em casa tentamos comer peixe pelo menos 2 a 3 vezes durante a semana e quando o meu marido "deixa", pelo menos uma vez, comemos uma refeição vegetariana. Mas por vezes dou com ele a ir directamente à dispensa, abrir uma lata de conserva para acompanhar uma refeição vegetariana, homens!

Esta receita vem a propósito da mistura de especiarias que publiquei a semana passada, aqui está uma boa solução para utilizar a especiaria da paella, num prato perfeitamente banal e sem qualquer ligação com Espanha.

Adoro comida com fruta, habitualmente é usada mais em pratos de carne. Desta vez, arrisquei a usar umas uvas num prato de peixe, também sei que as uvas não ficam propriamente bonitas depois de irem ao forno, mas eu adorei o sabor que juntamente com as batatas e a abóbora combinam na perfeição.

Penso que a época de refeições de forno, está oficialmente aberta, nós por cá adoramos.

Até para a semana!


Ingredientes: (2 pessoas)
1 pargo fresco (1kg)
1 ramo de tomilho limão
1/2 cebola (média)
1 cacho de uvas Red globe
azeite q.b.
mostarda e pimenta de doer q.b.

3 batatas médias
300gr de abóbora (eu usei da moranga)
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de especiarias para paella
sal de pimenta d'espelette q.b.
2 talos de alecrim fresco

Pré aqueça o forno a 200º

Amanhe o peixe, lave e retire o excesso de água com um guardanapo ou deixe secar ao ar se tiver tempo. Recheie o peixe com folhas de tomilho fresco e caso goste, junte umas uvas.

Numa travessa própria para ir ao forno coloque, um fio de azeite, a cebola cordada em gomos e as uvas, regue com mais um fio de azeite e coloque alguns talos de tomilho limão.


Junte o peixe e tempere com, mostarda em grão, pimenta moída e sal (eu usei sal preto com comprei aqui), junte mais um fio de azeite por cima e leve ao forno até o peixe ficar cozinhado e as uvas um pouco murchas.


Descasque as batatas e parta em palitos (tipo gomos de laranja), descasque a abóbora da mesma forma e num tabuleiro com 1 colher se sopa de azeite, junte o sal, a especiaria da paella, e as folhas de alecrim, misture tudo muito bem com as mãos e coloque na prateleira de cima do forno.

No meio da cozedura, caso seja necessário, mude a ordem dos tabuleiros do forno ou baixe a temperatura. 

Retire e sirva com uma saladinha de agrião e tomate as uvas e a cebola.